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Gestores da mesada: que sonhos tem para este ano?
Gestores da mesada: que sonhos tem para este ano?
Patrocínio: AGE
Educar para a literacia financeira, desde cedo, ajuda as crianças a treinar capacidades para conseguirem gerir as suas poupanças, concretizar os seus sonhos e ser autónomas mais tarde.
A rubrica da revista, "Gestores da Mesada", pretende dar esse complemento, de forma simples e divertida, apresentando as melhores sugestões, rumo a um futuro equilibrado, no que toca à relação informada e saudável das crianças com o dinheiro.
🌠 Conheça os 5 pilares da educação financeira
🧐 Descubra que tipo de gestor tem aí em casa!
🐉 Como definir a mesada para cada idade?
🏖️ Como gerir a mesada (e ainda poupar) durante as férias?
🩹 Poupe neste Seguro de Saúde para toda a família
Já conhece os 5 pilares da educação financeira? Desafie os pequenos gestores da mesada a sonhar alto e a alimentar as suas poupanças com estas dicas.
Mesmo quando temos de “apertar os cordões à bolsa”, todos podemos ser Gestores da Mesada e tentar concretizar os sonhos ao nosso alcance. Vamos rever os 5 pilares da educação financeira e ajudar os mais novos a ter as contas e os son(h)os em dia!
Ainda se lembra deste poema de António Gedeão? Antes de o revisitar, deixe-nos dizer-lhe que o início do ano é a melhor altura para escrever os sonhos em papelinhos e perceber quais conseguem atingir nos próximos meses. Se não sabe por onde começar, damos uma ajuda!
A educação financeira não é nenhum bicho papão! Basta olhar para a palma da sua mão e contar connosco os cinco pilares que vão equilibrar as contas aí de casa.
🧠 Definir um Orçamento Equilibrado (contemplar todos os rendimentos e gastos da família)
💳 Fazer uma Gestão Responsável (saber distinguir necessidades e prioridades, de desejos)
🐷 Ter Hábitos de Poupança (poupar para os sonhos, os imprevistos e a reforma)
💸 Surfar a onda da Inflação (estar preparado para lidar com flutuações de preços)
🔐 Ter sempre as Contas Protegidas (usar palavras-passe seguras e evitar os perigos na internet)
Agora que já conhece os cinco pilares, já pode começar a organizar os sonhos, por ordem de prioridade, encaixá-los no tempo e definir metas. Os miúdos vão precisar de carta de condução? Querem ir estudar para o estrangeiro ou para outra cidade? E aquele jogo que tanto queriam? Basta planear, começar a poupar e monitorizar todo o processo.
Grão a grão, objetivo a objetivo. Sente-se no sofá com os miúdos e na BPI App selecione “Poupar e Investir” para criar a sua “Poupança Objetivo”. Seja criativo, escolha um nome (objetivo) e uma imagem para a poupança. Depois é só definir o valor e a data em que o pretende atingir e a periodicidade em que vai reforçar a poupança. Sabia que só precisa de 1€ para começar?
Os seus filhos são mais adeptos de gastar ou de amealhar? Descubra que perfil mais se aproxima das crianças aí de casa e ajude-as a melhorar a gestão responsável da mesada.
Já deu por si a pensar como se vão desenrascar os miúdos “amanhã”? Quer saiam mais ao pai ou mais à mãe, na hora de gerir os seus brinquedos e futuras finanças, não se esqueça que nada é mais forte do que a personalidade.
Mas nem tudo está perdido. Sabia que são precisos, em média, 66 dias para formar um novo hábito? É o que revela este estudo da University College London. Siga estas dicas para garantir que os seus filhos se tornam craques a gerir a mesada!
Tem queda para pagar o lanche aos amigos todos, tem de ter a última camisola da moda ou a versão mais recente do seu jogo preferido. Chapa ganha é chapa gasta. Um dia poupa-se…
Por mais importante que seja não preocupar os miúdos antes do tempo, há estratégias que pode adotar para ir incutindo alguma responsabilidade. Deixar-se levar pelos impulsos é mais difícil se tiverem de parar para preencher uma tabela ou esperar 24 horas antes de comprar o que quer que seja. Será mesmo necessário?
DICA: Estabeleça limites. Primeiro poupar (metade) e só depois gastar (a outra metade).
Aproveita todos os descontos e tem tudo planeado ao milímetro. Está sempre a pensar em como poupar mais uns trocos, com medo de vir a precisar um dia. Só gasta em último caso.
Tente perceber de onde vem este medo e se a necessidade de guardar está associada a uma má memória. Criar momentos de partilha como piqueniques ou oferecer um presente em que todos contribuem, pode ajudar a desenvolver um espírito mais solidário.
DICA: Relembre que é saudável abrir exceções, de vez em quando, e aprender a dar ou partilhar.
A criatividade é o maior aliado dos miúdos empreendedores, que estão sempre a ter ideias para rentabilizar os seus gastos. Vendem o que já não precisam ou mobilizam todos para ajudar.
Mas o que acontece quando não podem ter o que querem ou arriscam demasiado? É importante aprenderem a medir o grau de risco, inclusivamente dos planos B, C e D - e, se for mais sensato, adiar ou reformular aquele desejo.
DICA: Ensine que os meios nem sempre justificam os fins e que o segredo está em planear.
Tem sempre as contas em dia e faz tudo online. Poupa, gasta e ainda lhe sobra para doar. Sabe tudo sobre sustentabilidade. Preocupa-se com os outros e quer salvar o mundo.
As escolhas conscientes fazem toda a diferença, mas cada um faz o que pode. Se para os seus filhos a sustentabilidade é um valor importante, não deixe que carreguem o peso do mundo. Vão contribuindo à medida que conseguem. DICA: Sugira um cartão amigo do ambiente, como o da Conta AGE Júnior. São cartões azuis em PVC com tintas ecológicas. Os hábitos de hoje, moldam os gestores de amanhã!
“Hoje não vamos levar mais nada, se quiseres compras com a tua mesada”. Ouve-se no corredor de um supermercado. Reconhece este cenário?
Decidir qual a melhor altura para começar a dar aos seus filhos uma mesada, de quanto em quanto tempo e que valor, é algo que não vem escrito nos livros. Até porque é um tema sensível que depende do contexto socioeconómico e recursos de cada família. No entanto, há alturas chave para ir introduzindo noções e conceitos base, que podem ser muito úteis para os miúdos desenvolverem uma relação saudável com o dinheiro.
Nestas idades, é importante dar a conhecer o porquinho mealheiro, a noção de quantidade, de tempo e transmitir a importância de adiar a gratificação. Ou seja, mostrar que “eu quero” não é suficiente e que há um processo desde o “querer” até ao “receber”.
Pode até tornar este processo divertido estabelecendo objetivos como encher o porquinho mealheiro ou fazer um conjunto de desenhos ou outra capacidade criativa, em troca do dito brinquedo… a criatividade é o limite. O que interessa é comunicar e não os recompensar por tarefas essenciais (e obrigatórias) do dia a dia, como fazer a cama ou pôr a mesa.
E porque não abrir logo uma conta? Envolva as crianças neste processo, dando-lhes a possibilidade de estar a par dos movimentos ou dos reforços que sejam feitos, nomeadamente as ofertas dos familiares. Assim, grão a grão, se prepara o futuro!
Quando as crianças já sabem contar, é altura de as deixar explorar o mundo encantado das escolhas. Levá-las ao supermercado e deixá-las participar no processo pode ser uma boa aprendizagem. Mostrar que é preciso parar para escolher e não podemos levar o que nos apetece, só porque sim.
Se quiser introduzir a semanada, pode começar por dar um valor simbólico à sexta-feira, que lhes permita comprar uma caderneta de cromos ou uma guloseima no fim de semana. O nível seguinte pode incluir não um, mas dois mealheiros, para alternar o “gastar” com o “poupar”.
“Não gastes o dinheiro todo no bar da escola!”. Nesta fase, os quereres começam a multiplicar-se e com a pré-adolescência surge a vontade de gastar, sem dar justificações. Pode ser uma boa altura para ensinar a gestão responsável e aumentar a semanada ou passar a dar mesada.
Para definir o valor sentem-se juntos e façam uma espécie de orçamento, onde listarão as despesas da semana ou do mês: as senhas de refeição, o passe, os artigos de papelaria e um extra para o que não for essencial (bar, idas ao cinema, peças de roupa extra, jogos ou juntar para poupar).
Adicionalmente, pode introduzir o conceito de depósitos a prazo e levá-los ao banco para depositarem na conta algum montante que estejam a juntar e começarem a perceber como funcionam os juros e a sua evolução.
Nesta fase, há quem comece a pensar no que fazer assim que puder ter acesso à conta. Tirar a carta de mota? Juntar para a de condução? Gastar tudo em festivais?
Esta é a fase ideal para os introduzir noutros conceitos como a importância de ter um fundo de emergência (para quando o telemóvel se avaria ou querem o último modelo) e criar poupanças diferentes com objetivos específicos como a faculdade, uma futura casa ou renda e outros sonhos. Lembre-se que são os sonhos deles e que o importante é treinar a autonomia, com pés e cabeça.
A Estrelas & Ouriços e o BPI uniram-se para desmistificar e explicar alguns conceitos da literacia financeira, que estão presentes no quotidiano das famílias.
A rubrica da revista, "Gestores da mesada", pretende dar esse complemento, de forma simples e divertida, apresentando as melhores sugestões, rumo a um futuro equilibrado, no que toca à relação informada e saudável das crianças com o dinheiro.
"Chapa ganha, chapa gasta" é uma expressão que usamos de ânimo leve. Mas será que é suposto apostar todas as fichas numa das alturas mais descontraídas do ano?
As férias grandes apresentam-se como a oportunidade perfeita para gastar a mesada com alguma folga. Estes quatro verbos ajudam a pensar e a aproveitar o verão da melhor forma possível, sem recusar aos miúdos algumas loucuras saudáveis, depois de terem sobrevivido a mais um ano letivo.
Explicar às crianças que é preciso poupar será mais fácil, se o contexto da conversa for ao encontro da realidade que vivem. Se antes, com o mesmo dinheiro, conseguiam comprar duas bolas de Berlim, agora só dá para comprar uma.
Conseguir fazer poupanças é importante para nos conseguirmos manter "à tona", quando o mundo muda e tudo fica mais caro.
Na toalha de piquenique ou nas compras da semana, traga o tema para a ordem do dia e deixe-se surpreender com as soluções e o raciocínio dos mais novos.
Fazer planos para a altura das férias é um momento único! Para estes dias maiores, convide os miúdos a traçar um plano dos gastos previstos, com foco nas necessidades, nos desejos e no equilíbrio que se quer entre os dois. A filosofia do Ikigai (procura do sentido da vida) pode ser um bom ponto de reflexão para encontrar também o equilíbrio financeiro.
É preciso aprender a fazer escolhas, mas se as adiarmos ou as espaçarmos no tempo, tudo se torna menos catastrófico e, quem sabe, possível!
Ninguém consegue prever ou evitar imprevistos, nas férias ou noutra altura do ano, pelo que o melhor é mesmo poupar para ter um fundo de maneio. E sem dar por isso! Ao abrir a conta AGE Júnior (dos 0 aos 12 anos, com mínimo de abertura de 25€ e sem comissão de manutenção de conta), pode estabelecer entregas programadas a partir de um valor de 1€ por mês.
Comer um gelado sabe melhor se soubermos que temos as contas em dia e, ao mesmo tempo, que podemos fazer escolhas criativas, sem abdicar de pequenos prazeres e de poupar!
Não assuste os mais novos, a ideia não é ir de férias a contar todos os tostões. O facto é que se a gestão da mesada correr bem, há outros planos que podem entrar em ação. Quem sabe se o final do ano ainda pode reservar umas férias diferentes em família? Através da BPI App consegue mostrar-lhes tudo o que passa com as suas poupanças.
Basta entrar na App, selecionar “AGE” e clicar em “Aderir à App”, para agregar a gestão de contas. Conheça um mundo de funcionalidades, entre as quais fazer a gestão parental da conta, a gestão da mesada (quando e quanto vai cair na altura mais aguardada da semana ou do mês), partilhar o IBAN com familiares e personalizar a conta com o emoji, foto e nome que costuma usar para os seus pequenos (será visível apenas para si!).
Durante o ano, é normal que as prioridades mudem. Para manter a balança equilibrada ao final do mês (e do ano) o mais seguro é fazer escolhas e ir ajustando aqui e ali.
Anote o essencial numa folha ou nas notas do telemóvel. Vamos ver se estudou bem a lição! E a seguir pode ensiná-la às crianças, dependendo, é claro, do tipo de gestor que tenha aí em casa.
Nem todas as famílias adoram gerir o orçamento familiar, mas há uma regra que pode ajudar! Elizabeth Warren, senadora do Massachusetts (desde 2013), criou a regra 50-30-20 para ajudar as famílias de classe média americanas a encontrar alguma estabilidade financeira.
De acordo com esta regra, assim que recebem o salário, as famílias devem destinar 50% para despesas essenciais (fixas e variáveis, como renda, alimentação, transportes, etc). Depois, há 30% para outros desejos (despesas supérfluas, como viajar, ir jantar fora, entretenimento, estética, etc). E, sempre que possível, 20% devem ser postos de lado para imprevistos, poupanças, reforma ou investimentos. Com isto em mente, aqui vão mais algumas dicas.
Aqui pode incluir todo o seu rendimento líquido (já livre de impostos). Salário, rendas, abono familiar, subsídios de férias e Natal. Para aumentar este valor, dê asas ao empreendedor que há em si e ponha os talentos a render. Pode sempre investir, mas devidamente informado!
Há despesas que nos adoram e não nos largam mais: as despesas fixas. A prestação da casa, do carro, o condomínio, o ginásio e as subscrições mensais de séries. O colégio, o ATL e as atividades extra curriculares também entram na equação. Será possível baixar alguma ou trocar por um plano mais barato? Veja quais é que são imprescindíveis e ajuste as restantes.
Anote mesmo tudo, até as despesas variáveis. As idas à farmácia, as consultas de rotina, os exames, o cabeleireiro, as prendas de aniversário e os materiais escolares! Já para não falar da alimentação, da cantina, da luz, da água, do gás e da eletricidade. Aqui sim: pode reduzir as despesas com o Seguro Allianz Saúde BPI, que protege toda a família e inclui uma mão cheia de vantagens:
🗺️ Escolha onde quer ser atendido
💻 Consultas online e por telefone
👶 Pode aderir em qualquer idade
🤸 Filhos incluídos na sua apólice, até aos 25 anos
😀 Allianz Dental gratuito, até aos 14 anos
Todos nós precisamos de um miminho de vez em quando. Um jantar aqui, um concerto acolí, uma escapadinha de última hora e puff, lá se foi a poupança. Use a criatividade ao máximo para conseguir poupar algum.
Assinale todos os programas gratuitos, marque viagens com antecedência, peça sugestões a amigos, dentro do seu orçamento… Mas sem deixar de se divertir e de passar bons momentos em família!
Para usufruir deste desconto apresente esta página.
Fique a par, todas as semanas, dos melhores programas e atividades para fazer com os mais novos