EPAL E ÁGUAS DO VALE DO TEJO APADRINHAM 5 ANIMAIS SELVAGENS

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No âmbito do protocolo estabelecido com a Quercus, as duas empresas apadrinham este ano cinco animais selvagens, em recuperação no Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco. Conheça-os.

O apadrinhamento de um animal é uma forma de colaborar na preservação das diferentes espécies de fauna selvagem, fazendo com que o padrinho se torne um membro ativo na dinamização da recuperação de animais selvagens.

Tendo como base este princípio, a EPAL e a Águas do Vale do Tejo (AdVT), decorrente do protocolo assumido com a Quercus, juntaram-se a esta causa. Este ano, vão apadrinhar cinco animais selvagens que se encontram no Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco, localizado na área de atuação da AdVT.

CORUJA-DO-MATO: O PRIMEIRO AFILHADO
Pinga
Este projeto de apadrinhamento de animais selvagens trouxe-nos uma coruja-do-mato, que foi vítima de colisão. A coruja-do-mato é uma espécie sedentária que se encontra em todo o País, mas que prefere habitats florestais. As principais causas de ingresso destas aves nos centros de recuperação são o atropelamento, a queda dos ninhos e as vedações de arame farpado.

Após o desafio lançado e realizado um sorteio, “Pinga” é o nome da coruja-do-mato que foi sugerido por Francisca Campos, com 11 anos de idade. Tanto podia ser um nome masculino como feminino, pois só é possível identificar o sexo da coruja mediante teste de ADN. E a Pinga está a dar passos para a sua recuperação, uma vez que já se encontra numa nova etapa. Foi transferida para as instalações exteriores, mais propriamente para o túnel de voo.

ANTONIETA, A ÁGUIA-CALÇADA: O SEGUNDO AFILHADO DA EPAL
Antonieta
Antonieta – nome escolhido pelo Tomás Videira, com 7 anos de idade – foi vítima de eletrocussão. A águia-calçada é uma espécie estival e migradora transariana, podendo ser avistada, um pouco por todo o País, a partir do fim mês de março.

Esta espécie prefere habitats de bosques abertos, frequentando sobretudo os montados de sobro, associados ou não a pinheiro e, com menor frequência, os montados de azinho. As principais causas de ingresso destas aves nos centros de recuperação são o tiro, as eletrocussões em postes de eletricidade e a queda dos ninhos.

UMA GENETA É A TERCEIRA AFILHADA
Geneta
No âmbito do nosso compromisso de apadrinhamento de animais selvagens, em parceria com a Quercus, esta é a terceira afilhada: uma geneta. Esta fêmea foi vítima de atropelamento, na zona de Abrantes. Uma vez mais, a fauna contou com a ajuda de um particular que alertou o alertou o SEPNA-GNR, que a recolheu e a entregou ao CERAS, agora encarregue de ajudar na sua recuperação.

A geneta ou gineta é um carnívoro de médio porte, de corpo alongado, extremidades curtas e cauda longa, sendo uma espécie de hábitos noturnos ou crepusculares. Apesar de não ser uma espécie endémica da Europa, não é considerada invasora, estando mesmo protegida pela Convenção de Berna. A sua distribuição no continente Europeu está restringida à Península Ibérica, sudoeste de França e Itália. Em Portugal, possui uma distribuição generalizada apenas no território continental.

As principais ameaças a esta espécie são a destruição e fragmentação de habitats, os atropelamentos e a morte em armadilhas. Continue a acompanhar a recuperação da geneta AQUI, que se encontra em processo de batismo.

Acompanhe o desenvolvimento dos afilhados EPAL e os novos que chegam AQUI.

Junte-se também a esta causa e seja um padrinho! Saiba como AQUI.

Todos podem contribuir para a sustentabilidade do Planeta, para a manutenção e proteção de toda a Biodiversidade.