TURISMO DE ALDEIA: IDEAL PARA UM FIM DE SEMANA EM FAMÍLIA

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Aldeia da Mata Pequena: 10% Desconto (mais de 3 noites, exceto de 1 de julho a 30 de setembro)

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Nas curtas (ou longas) estadias em família, as pequenas comodidades justificam muitas vezes a opção por uma casa em vez de um quarto de Hotel.

Seja por causa do leite que tem que ser aquecido a meio da noite, pela chucha que é preciso ferver ou pela preparação da papa, a verdade é que ter uma cozinha "à mão" é muito confortável e facilita-nos a vida. Por isso mesmo fizemos uma recolha de alguns empreendimentos, em várias regiões do país, que se inserem no denominado "turismo de aldeia". Este tipo de alojamento adequa-se às necessidades das famílias e permite que os nossos filhos contactem com um ambiente de aldeia, por vezes tão distante das suas vivências quotidianas.

As aldeias que escolhemos baseiam-se num pressuposto comum que procura aliar a traça original do território em que se inserem ao conforto e comodidades recentes a que os citadinos estão habituados. As casas são recuperadas segundo as técnicas de construção tradicionais associadas às modernas formas de isolamento térmico que garantem um ambiente fresco no verão  e ameno no inverno. Esta mesma lógica é transposta, em todos os casos, para a decoração interior, que procura ser simultaneamente tradicional e confortável.

Mesmo ao norte, junto à fronteira com Espanha, em pleno Parque Natural de Montesinho, ficam as Casas de Casares, tratam-se de quatro casas (totalizando 7 quartos) com paredes em xisto e acabamentos em madeiras de castanho e carvalho, únicas e singulares, mas equivalentes no aconchego, dado pela lareira e pelo aquecimento central. A região em que se inserem, ideal para passeios pedestres e pesca desportiva, dispensa apresentações e foi recentemente considerada pela Unesco Reserva da Biosfera da meseta Ibérica e a maior reserva da Europa.

Passamos do xisto para o granito e surgem as Casas do Côro na vila beirã de Marialva. Trata-se de um complexo que inclui espaços de convívio e refeições, uma loja, jacuzzi e sauna e uma piscina exterior de água aquecida com um enquadramento deslumbrante. As casas conjugam o clássico e o contemporâneo em plena harmonia. Se optar por esta região, não deixe de visitar as quatro aldeias históricas que se situam num raio de 90 km (Almeida, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo e Linhares).

Situada a escassos 30 minutos da cidade de Lisboa, mas a anos luz do stress e do bulício urbanos, a Aldeia da Mata Pequena ficou esquecida no tempo, constituindo hoje um dos raros exemplares da Arquitetura Tradicional da Região Saloia. As casas, entre o T1 e o T3, resultam de um intenso trabalho de pesquisa, que transformou cada uma das casas em pequenos museus que nos transportam para vivências de outros tempos. Aqui, também os pequenos-almoços são tradicionais, na variedade e na qualidade das iguarias regionais. O pão chega, fumegante, todas as manhãs, cozido em forno a lenha. A região presta-se a passeios de bicicleta, se precisar também há bicicletas para alugar.

Mais a sul, em pleno Alentejo, com uma localização privilegiada, a Aldeia de S. Gregório dispõe de 10 casas turísticas com tipologias e áreas variadas, uma piscina com traça alentejana e um restaurante onde se servem pequenos-almoços, refeições e "petiscos". A decoração das casas é muito sóbria e confortável, pormenores como os fumeiros e os degraus em pedra suspensa, foram conservados e mantidos intactos na sua função original e conferem-lhes um ambiente especial. A aldeia parece saída de um "postal" e a região tem muito a oferecer tanto em termos de património como de natureza.

A Aldeia da Pedralva localiza-se numa zona do país que tem sido poupada ao crescimento do betão: a Costa Vicentina do Algarve. Trata-se de um projeto  inovador e de grande qualidade, que alia alojamento a atividades  proporcionadas pelo espaço envolvente, como o surf, a BTT, o trecking e a pesca. As casas, branquinhas com portas e portadas coloridas e simpáticos alpendres, são agradáveis e muito bem decoradas. No espaço da aldeia, as crianças podem brincar, passear e explorar sem os constrangimentos do costume. No verão , na Escola Primária local (desativada ) são efetuados  cursos muito interessantes para crianças (e adultos) que permitem variar da praia. Está ainda prevista a construção de espaços comuns que podem constituir uma mais valia para grupos de famílias, em que cada família fica na sua casa mas dispõem de um espaço de convívio, uma mercearia "gourmet" e estacionamentos com cacifos para guardar pranchas, fatos e afins. Genial!

Por fim, com custos acrescidos para quem vive no Continente, a Aldeia da Cuada fica no arquipélago dos Açores, na Ilha das Flores, um dos mais bonitos locais de Portugal, um verdadeiro paraíso. Aqui, onde "a paisagem embriaga" uma aldeia abandonada nos anos 60, quando todos os seus habitantes emigraram para a América, ganhou uma nova vida e constitui agora, dada a qualidade da recuperação das casas, "Património Cultural com Interesse Histórico, Arquitetónico  e Paisagístico", segundo um galardão do Governo Regional dos Açores. Apesar da paisagem convidar ao descanso, a animação poder ser muita. Partindo da aldeia, existem diversos percursos pedestres onde encontra quedas de água, lagoas de água quente, encostas de musgo e flores selvagens, matas e muitas vistas de mar. O mergulho (mesmo sem equipamento) é obrigatório, dada a quantidade e qualidade de peixe que é possível avistar. A zona balnear da Fajã Grande fica a apenas 2 quilómetros de distância, e é um dos locais mais procurados na época de verão .