TEJO, UM RIO DESCONHECIDO

EO 2017 Região de LisboaPasseio
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Está na hora de embarcar e ver o maravilhoso que há para lá das duas pontes de Lisboa.

Os Passeios de Natureza Rio-a-Dentro levam-nos a um mundo desconhecido que, curiosamente, está tão perto de Lisboa. Quase parece uma expedição do National Geographic, em pleno Tejo, com locais únicos no mundo. É um programa por excelência para as famílias e é imprescindível levar máquina fotográfica.

O ponto de partida é o cais do Escaroupim ou a Marina de Salvaterra de Magos. É ali que começa o passeio de duas horas e meia, sem pressas, numa embarcação que vai subir as águas do rio ao sabor da corrente, silenciosamente, pois é movida a eletricidade, por entre as margens verdejantes de salgueiros e freixos. No roteiro estão visitas à Ilha das Garças, à Ilha dos Cavalos e à Aldeia Avieira da Palhota.

Para os mais novos vai ser uma surpresa ver os bandos de garças a voar bem perto da embarcação a caminho da "sua" ilha. Há quem venha do estrangeiro para não perder um local onde se podem ver tantas aves de espécies diferentes a fazer ninho numa ilha tão pequena. Na Ilha das Garças pernoitam largas centenas de aves: Garças-Boieiras, Íbis-Pretas ou Corvos-Marinhos, entre outras espécies. São milhares de ninhos nas árvores, uns com ovos ou pintos em diversas fases de crescimento. Uma maravilha!

Outra das grandes surpresas que o Rio Tejo nos reserva são os cavalos Lusitanos, que vivem livremente nas ilhas e que podem ser vistos em pelo menos duas delas: na Ilha dos Cavalos e no Mouchão da Casa Branca. A Ilha dos Cavalos é uma ilhota onde vivem éguas e poldros. São uma simpatia, majestosos quando passamos ao largo. Os cavalos pertencem à Coudelaria de Alter mas estão em estado selvagem.

Igualmente surpreendente e espetacular para quem nunca viu são os Avieiros. Nos invernos passados, impedidos de pescar devido ao mau tempo, os pescadores da zona da Praia de Vieira de Leiria, pegavam em toda a família e no barco e vinham para o Rio Tejo, local aprazível e de peixe em abundância. Como precisavam de mais espaço para viver, usaram as ilhas e margens do rio como apoios. Com caniços e canas construiam abrigos sazonais, palafitas em madeira que com o tempo se foram espalhando ao longo do rio e assim nasceram as aldeias Avieiras.

Uma dessas casas é visitável. Estas casas são lindíssimas e surpreendem pelas cores alegres. Será um passeio inesquecível, sem dúvida.