REDESCOBRIR O OCEANÁRIO

EO 2017 Região de LisboaAquário
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O Oceanário é um dos sítios mais divertidos para ir num passeio de família. Agora, temos dois anos e meio para descobrir o que há de novo no grande Aquário de Lisboa. Não se atrase!

Uma visita ao Oceanário é sempre uma garantia de um dia bem passado, cheio de momentos giríssimos, próximo da natureza e dos animais. É um passeio aos  cinco continentes e ao fundo dos oceanos. Mas agora há uma novidade: uma floresta submersa. É verdade, uma verdadeira surpresa que vai deixar grandes e pequenos a olhar de outra forma para o Oceanário.

O japonês Takashi Amano criou paisagens para serem vistas debaixo de água mas que são como se fossem à superfície. Para o Oceanário de Lisboa ele criou a maior floresta submersa do mundo. Um cenário verdadeiramente inédito que podemos visitar ao som da banda sonora do músico português Rodrigo Leão.

Com esta criação, que tem 40 metros de comprimento e 160 mil litros de água doce, somos convidados pelo artista japonês a fazermos uma interpretação da natureza das florestas tropicais um pouco diferente e que convida a encontrar a energia do seu equilíbrio, tão próprio dos japoneses.

Em quatro toneladas de areia e 25 toneladas de rocha vulcânica dos Açores e ainda 78 troncos de árvores da Escócia e Malásia, vamos também encontrar 40 espécies de peixes tropicais de água doce e 46 espécies de plantas aquáticas. Um verdadeiro mundo, não acham! Quem vai tirar a cara do vidro para ver este belíssimo mundo submerso?

Takashi Amano introduziu as famosas técnicas de jardinagem japonesas e o conceito wabi sabi para desenhar o aquário plantado. Wabi sabi é um termo japonês que significa aceitação da imperfeição e da transição, enobrecendo o encontro da beleza com a simplicidade e a imperfeição. O fotógrafo de paisagem e mestre de aquariofilia de água doce acredita que se prestarmos atenção à natureza, podemos perceber melhor o nosso mundo e aprender a preservá-lo. Uma boa mensagem para os mais novos e uma razão forte para não perder esta possibilidade de redescobrirmos o fantástico Oceanário de Lisboa.