INQUÉRITO: COMO SE BRINCA EM PORTUGAL?

EO 2018 Inquérito
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Como brincam as crianças portuguesas? Como é que o aumento do ritmo do dia-a-dia dos pais afetou a forma como os filhos brincam? De que modo é que a gestão do tempo dos adultos, que mudou radicalmente nas gerações mais recentes, influencia o imaginário e as brincadeiras dos mais novos?

Todos sabemos que brincar é decisivo para o desenvolvimento intelectual e emocional dos seres humanos, mas qual é o verdadeiro significado de “brincar” no país em que hoje vivemos? Em que é que essa palavra mágica se traduz na realidade? Qual o impacto dos ecrãs e da tecnologia no quotidiano das crianças portuguesas? Estarão as brincadeiras tradicionais com que os adultos cresceram em vias de extinção ou, pelo contrário, encontram-se numa fase de ressurgimento?

As questões são muitas e as respostas poucas. Mas é precisamente para se chegar a conclusões sobre este tema fundamental para uma sociedade mais equilibrada que se encontra a decorrer o inquérito Brincar até aos 10 anos em Portugal, que parte de um questionário simples, com perguntas de escolha múltipla, dirigido a todos os pais e mães com filhos situados nesta faixa etária. Esta iniciativa da Escola Superior de Educação de Coimbra, do Instituto de Apoio à Criança e do Estrelas e Ouriços pretende apurar e aprofundar uma série de aspetos essenciais ligados a esta necessidade crucial para a vida das crianças.

Afinal, quanto tempo por dia brincam em média os nossos filhos? Três horas, duas horas, meia hora? E com quem brincam? Com crianças da mesma idade, com os pais, sozinhos? E onde brincam? Ao ar livre, dentro de casa, na escola? E que tipo de brincadeiras preferem? De faz-de-conta, jogos digitais, brincadeiras que envolvam atividade física?

Para trazermos luz a estas questões, precisamos da sua ajuda. Caso tenha filhos até aos 10 anos, participe neste inquérito rápido, de participação anónima e com respostas confidenciais. Queremos perceber como brincam as crianças de hoje para ficarmos a conhecer melhor os adultos de amanhã e a fazermos da infância uma fase da vida ainda mais feliz e completa.

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